Deep Blue


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Mais um blog?

Sim, mais um blog. Provavelmente o centésimo da minha vida, mas dessa vez, impulsionado por uma amiga que disse que eu deveria escrever um blog de crônicas. Então os créditos da ideia da criação desse blog vão para minha amiga e afilhada de casamento, Tania. Ok, prometo não transformar esse blog em um “querido diário estúpido, hoje eu fui ao shopping e comprei uma bolsa da Louis Vuitton”, mesmo porque eu nem tenho dinheiro para comprar uma bolsa da Louis Vuitton. Ainda. Mas eu sempre gostei de escrever. Não foi a toa que fui parar acidentalmente na faculdade de Letras. Lembrem-se que como toda professora de inglês e tradutora, eu gosto de escrever em inglês também. Portanto, não se frustem. Este blog é bilíngüe. Com trema.

Ah, sim. O título. Bohemian Rhapsody ou Bo Rhap (um apelido íntimo) não precisa de nenhuma introdução. Mas segue uma explicação para quem tem memória curta para coisas inúteis e memória boa para coisas úteis (o que obviamente não é o meu caso). Se Bohemian Rhapsody fosse um quadro, é quase certo estaria exposto no Louvre, em Paris. Não podemos afirmar isso com 100% de precisão, uma vez que Bo Rhap é uma música composta por uma bandinha britânica chamada Queen, e certamente os caras ficariam muito putos se uma de suas melhores obras primas fosse parar na França – rivalidade histórica dispensa comentários. Seria uma sacanagem sem precedentes. Alguém já notou que eu sou fã de Queen? Não? Estou só checando. Enfim, o nome do meu blog é uma homenagem a essa banda fantástica que eu ouço diariamente, como um ritual religioso. Queen faz bem.

O “1978” do título é autoexplicativo. Mas para quem não entendeu, encontrei esse número aí escrito na minha certidão de nascimento e achei bonitinho.

Nem sempre blogueiros estão inspirados, portanto eu aceito sugestões de temas para escrever. Pessoas que fizeram faculdade de Letras, professores e tradutores também cometem erros de inglês e português. Portanto peço desculpas antecipadas pelos erros que cometer. Sintam-se à vontade para “dar um toque”. Comentários e críticas também são essenciais para que esse blog permaneça vivo. Tenha certeza que ele vai morrer um dia, pois quase tudo nesse mundo é mortal (inclusive o Oscar Niemeyer). Que este seja eterno enquanto dure.